Debrucei-me bastante sobre a temática deste post, pesquisei e pesquisei e cheguei à conclusão que, a adoptar, será definitivamente o Feng Shui versão aguarelas multicor. Primeiro porque é mais giro, segundo porque me parece o mais "lógico" (se é que nestas coisas existe alguma lógica) e terceiro porque a minha intuição me diz que este é que é fixe e eu tento seguir sempre a minha intuição.
Ora, vamos portanto às apresentações. Apresento-vos o Bagua (ou Bágua ou Baguá, ainda não percebi bem):
Parece tudo muito estranho e difícil de perceber mas encontrei esta página que me parece explicar muito bem. A Danazinha ainda não sabe mas passou a ser unha-e-carne comigo. Ela foi uma fofa e para principiante como eu fez este segundo diagrama que torna tudo muito mais simples:
Basicamente é só desenharmos a planta da nossa casa o mais aproximado possível (ou pedir a versão oficial a quem de direito mas eu não me daria a esse trabalho) e sobrepô-la a este diagrama tendo muita atenção para a entrada principal da casa ficar alinha com o fundo do diagrama. Ou seja, por muita volta que se dê vamos sempre entrar na casa pela área da Sabedoria, do Conhecimento ou da Ajuda mútua.
Vou tentar fazer uma planta minimamente aceitável aqui da barraca e ver no que isto dá.
Baboseiras sobre cenas cósmicas escritas por uma totó.
Feng shui, reiki, taishi, origami e a vida assim em geral.
Se procura informação séria e credível não está mesmo no sítio certo.
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Tens a certeza que é isto que queres?!
Credo, que aflição! Pensava eu que era só mudar uns móveis de sítio, umas almofadas aqui, umas flores ali e estava feito e deparo-me com estas monstruosidades!?
Vou ter que fazer um apanhado disto tudo, resumir bem resumidinho e espremer daqui um Feng-Shui-à-moda-da-totó que isto derrete os neurónios a qualquer ser menos iluminado...
Feng Shui versão cartas da Maia
Feng Shui versão tabela periódica marada
Feng Shui versão aguarelas multicor
Feng Shui versão Sudoku nível I
Vou ter que fazer um apanhado disto tudo, resumir bem resumidinho e espremer daqui um Feng-Shui-à-moda-da-totó que isto derrete os neurónios a qualquer ser menos iluminado...
segunda-feira, 10 de março de 2014
Estão a bater à porta?
Pronto, já fiz a minha coffee break agora é hora de voltar ao batente que estas coisas do Feng Shui não se fazem sozinhas. Ora, temos a casa toda limpinha e organizada, certo? Então e o lado de fora, hein?! Tem que ser recauchutagem geral, por dentro e por fora.
Um dos principais objectivos para praticar Feng Shui no nosso lar doce lar é aumentar os níveis de prosperidade. Imaginando que a prosperidade é uma encomenda super frágil que o carteiro vem entregar, qual é a coisa mais importante que a nossa casa tem que ter no exterior? Identificação. Ah, pois é. O número da casa, ou do lote e do andar têm que estar sempre bem visíveis. Não, não estou a brincar. É o que o Feng Shui diz, meu amigos.
Da mesma forma, as campainhas têm que estar bem visíveis. E mais importante que visíveis é existirem! Já perdi a conta ao número de vezes que fiquei irritada por querer tocar à campainha de uma casa e ela simplesmente não existir. Depois tenho que estar ali a bater à porta, a bater palmas, a chamar "oh da casa!" na tentativa que alguém me ouça. E se comigo é assim eu nem imagino a irritação que isto deve causar à xô-dona prosperidade que tanto nos quer visitar. Respeito, há que ter respeito.
Além da identificação a porta principal também deve estar limpa, bem cuidada, bem iluminada e arejada. Nesta parte não tenho grandes hipóteses que vivo num apartamento. A porta dá directamente para as escadas no interior do prédio, arejar só quando abrem a porta lá de baixo e iluminar só quando ligam a luz das escadas, a limpeza é responsabilidade do condomínio. Também é importante que a porta se consiga abrir toda para trás pelo menos até 90º. Ora, esperem lá só um bocadinho que tenho que ir ali arredar o móvel do hall de entrada... Pronto, 90º checked.
Para o Feng Shui, todas as casas devem ter um rio calmo e sereno a passar em frente à porta. Supostamente, o rio traz para a casa e seus moradores saúde, prosperidade e alimentos e leva as más energias embora. Como nem sempre temos um rio de plantão à nossa porta, podemos colocar do lado de dentro da casa, próximo à porta de entrada, algo que lembre um rio, mar ou água, como uma fonte de água ligada, um aquário com peixes, um quadro com um rio ou mar e barcos. Tudo para atrair prosperidade.
Mãos à obra que a prosperidade não espera! E vocês, como está o exterior das vossas casas? Tudo nos conformes?
Um dos principais objectivos para praticar Feng Shui no nosso lar doce lar é aumentar os níveis de prosperidade. Imaginando que a prosperidade é uma encomenda super frágil que o carteiro vem entregar, qual é a coisa mais importante que a nossa casa tem que ter no exterior? Identificação. Ah, pois é. O número da casa, ou do lote e do andar têm que estar sempre bem visíveis. Não, não estou a brincar. É o que o Feng Shui diz, meu amigos.
Da mesma forma, as campainhas têm que estar bem visíveis. E mais importante que visíveis é existirem! Já perdi a conta ao número de vezes que fiquei irritada por querer tocar à campainha de uma casa e ela simplesmente não existir. Depois tenho que estar ali a bater à porta, a bater palmas, a chamar "oh da casa!" na tentativa que alguém me ouça. E se comigo é assim eu nem imagino a irritação que isto deve causar à xô-dona prosperidade que tanto nos quer visitar. Respeito, há que ter respeito.
Além da identificação a porta principal também deve estar limpa, bem cuidada, bem iluminada e arejada. Nesta parte não tenho grandes hipóteses que vivo num apartamento. A porta dá directamente para as escadas no interior do prédio, arejar só quando abrem a porta lá de baixo e iluminar só quando ligam a luz das escadas, a limpeza é responsabilidade do condomínio. Também é importante que a porta se consiga abrir toda para trás pelo menos até 90º. Ora, esperem lá só um bocadinho que tenho que ir ali arredar o móvel do hall de entrada... Pronto, 90º checked.
Para o Feng Shui, todas as casas devem ter um rio calmo e sereno a passar em frente à porta. Supostamente, o rio traz para a casa e seus moradores saúde, prosperidade e alimentos e leva as más energias embora. Como nem sempre temos um rio de plantão à nossa porta, podemos colocar do lado de dentro da casa, próximo à porta de entrada, algo que lembre um rio, mar ou água, como uma fonte de água ligada, um aquário com peixes, um quadro com um rio ou mar e barcos. Tudo para atrair prosperidade.
terça-feira, 4 de março de 2014
Casos práticos é o que se quer #1
Tenho estado a seguir as instruções que encontro na net sobre a melhor forma de abordar o feng shui e os passos que se devem seguir mas confesso que estou fartinha, fartinha destas coisas das limpezas e arrumações e nheca-nheca-nheca. Sendo eu pessoa que se cansa facilmente de qualquer projecto que inicia, prevejo uma paragem nas boxes ainda antes de passar os 100m.
Para animar a malta e fazer um upgrade às energias proponho que tenhamos já um vislumbre do tipo de resultados que se consegue com as técnicas do feng shui. Aviso que isto foram imagens que tirei da net e que ainda não tenho nenhum conhecimento mínimo para saber se isto é mesmo feng shui ou se não tem nada a ver. Mas lá que são espaços lindos, isso são.
Se não for abuso, atrevo-me a dar a minha singela opinião acerca de cada espaço. Reforço que não percebo patavina disto e posso estar a dizer uma enormidade de disparates. Mas apetece-me, pronto.
Para animar a malta e fazer um upgrade às energias proponho que tenhamos já um vislumbre do tipo de resultados que se consegue com as técnicas do feng shui. Aviso que isto foram imagens que tirei da net e que ainda não tenho nenhum conhecimento mínimo para saber se isto é mesmo feng shui ou se não tem nada a ver. Mas lá que são espaços lindos, isso são.
Se não for abuso, atrevo-me a dar a minha singela opinião acerca de cada espaço. Reforço que não percebo patavina disto e posso estar a dizer uma enormidade de disparates. Mas apetece-me, pronto.
Adoro a quantidade de luz que entra neste quarto. Já me estou a imaginar a ler um livro naquele sofá. Não percebo porque alguém haveria de querer uma mulher cortada pelas axilas no quarto. Acho os móveis muito escuros e o espelho em bico faz-me espécie (apesar de compreender que é para fazer pandan com o formato do tecto)
Novamente adoro a luz. Aumentava o conforto ao nível dos sofás e usava móveis mais claros. Os quadros da esquerda até passam. O da direita para mim é um grande wtf?!
Gosto muito mas para a minha família não ia resultar ao nível da mesa de refeições. Não consigo perceber o que se passa com o chão. Os girassóis são cutchi-cutchi e o cantinho lá ao fundo super zen.
Quero, quero, quero! Menos a parte de limpar. O branco, o verde, o espaço, as louças, as paredes, aaahhh... Acrescentava só uns tapetes para ficar mais confortável e qualquer coisa que resguardasse as janelas de algum vizinho mais curioso e o chão da água da banheira.
sábado, 1 de março de 2014
Acumuladora NÃO compulsiva
Desconfio que estou com um problema. Eu até já suspeitava, mas agora com as limpezas do feng shui a coisa tornou-se ainda mais evidente. Eles bem dizem para nos desfazermos de tudo o que é tralha, que está parado, que não tem uso. Que são tudo energias estagnadas e que assim não há maneira de a minha vida andar para a frente.
Diz que temos que imaginar que o feng shui é um rio de energia que entra pela porta principal e que precisa de espaço para fluir e atravessar a casa toda sem ficar preso nos recantos. E que grandes poças de água eu tenho nos recantos, senhores! Claro que não cheguei - nem nunca vou chegar - ao estado daquelas casas que aparecem no programa dos acumuladores do TLC. Aquilo sim, dá dó. Ali nem uns pinguinhos do rio feng shui corriam. São pilhas de roupa, papeis e tralhas literalmente até ao tecto.
Mas não vamos por aí. O meu problema é bem mais simples. Só me custa a desfazer de roupa que já não uso, de um ou outro electrodoméstico que talvez ainda tenha arranjo, de facturas e papéis porque os senhores do IRS ainda mos podem pedir, das roupinhas do bebé que já não servem mas ainda podem servir para outro.... Enfim, dito assim até parece mau mas garanto que nos 100m2 da minha casinha ainda sobra muito espaço para circular e para o cachopo correr e jogar à bola, ok? Estas coisas todas estão dentro de gavetas e de armários e não faço ideia do que lhes fazer. Acho que vão ficar onde estão por enquanto.
Trabalho com o feng shui só assim ao nível do exterior e deixo o que está dentro dos armários sossegadinho, o que acham? Eh pá, com esta conversa fiquei a sentir-me mesmo suja. Acho que vou ali tomar um banho de imersão ou arrumar uns armários...
Diz que temos que imaginar que o feng shui é um rio de energia que entra pela porta principal e que precisa de espaço para fluir e atravessar a casa toda sem ficar preso nos recantos. E que grandes poças de água eu tenho nos recantos, senhores! Claro que não cheguei - nem nunca vou chegar - ao estado daquelas casas que aparecem no programa dos acumuladores do TLC. Aquilo sim, dá dó. Ali nem uns pinguinhos do rio feng shui corriam. São pilhas de roupa, papeis e tralhas literalmente até ao tecto.
Mas não vamos por aí. O meu problema é bem mais simples. Só me custa a desfazer de roupa que já não uso, de um ou outro electrodoméstico que talvez ainda tenha arranjo, de facturas e papéis porque os senhores do IRS ainda mos podem pedir, das roupinhas do bebé que já não servem mas ainda podem servir para outro.... Enfim, dito assim até parece mau mas garanto que nos 100m2 da minha casinha ainda sobra muito espaço para circular e para o cachopo correr e jogar à bola, ok? Estas coisas todas estão dentro de gavetas e de armários e não faço ideia do que lhes fazer. Acho que vão ficar onde estão por enquanto.
Trabalho com o feng shui só assim ao nível do exterior e deixo o que está dentro dos armários sossegadinho, o que acham? Eh pá, com esta conversa fiquei a sentir-me mesmo suja. Acho que vou ali tomar um banho de imersão ou arrumar uns armários...
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Tralhas: rua com elas
Vamos a um “suponhamos”. Suponhamos que aqui a totó até nem é
daquelas que diz “faz o que eu digo, não faças o que eu faço” e foi logo
a correr tratar de limpar e arrumar a casinha toda. Armário por
armário, gaveta por gaveta, bibelot por bibelot. As paredes e tetos
foram todos passados a lixivia, cortinados e tapetes lavados, tudo nos
trinques.
Com estas voltas todas há sempre objetos, papéis, roupas, utensílios e lembranças que damos conta que estão cá por casa sem terem qualquer utilidade. Ora o nosso amigo Fengas diz que o entulho provoca energia estagnada, que atrapalha a prosperidade da casa. E isso ninguém quer.
Portanto, das duas, três: ou vai para o lixo/reciclagem, ou é doado, ou é vendido, ou é colocado a uso. Pronto, são quatro.
Tudo o que for jornais e revistas velhos, por exemplo, claro que vai direto para o ecoponto azul. Electrodomésticos que já não funcionam vão para o electrão. Utensílio, louças, ferramentas, móveis que já não use pode ser tudo doado a instituições de caridade.
Depois há as roupas e calçado. A mim custa horrores desfazer-me de qualquer item, por mais insignificante que seja, destes dois grupos. Mas vá, é por uma causa maior. Tudo o que esteja para aqui parado há pelo menos dois anos (pronto três), não vale a pena guardar e só está a ocupar espaço. Força totó, tu consegues!
Por fim, temos sempre em média 32,6 lembrancinhas de casamentos, baptizados, da tia-avó que nos veio visitar e da amiga que foi a Bali e nos trouxe um íman para o frigorífico. Estes casos mais sensíveis cada um trata à sua maneira. Eu estou inclinada a pôr tudo numa caixa e extraditá-la directamente para o sótão. Mas cheira-me que o meu mais recente amigo não vai gostar disso. Pode ser que não dê por ela.
Com todas estas mudanças começamos a abrir espaço na nossa vida para o novo, para novas energias, para tudo o que é próspero e bom. Não posso é entusiasmar-me demais com isto. Ainda chego ao fim e vejo que só fiquei com paredes, tecto, uma mesa e uma cama.
Com estas voltas todas há sempre objetos, papéis, roupas, utensílios e lembranças que damos conta que estão cá por casa sem terem qualquer utilidade. Ora o nosso amigo Fengas diz que o entulho provoca energia estagnada, que atrapalha a prosperidade da casa. E isso ninguém quer.
Portanto, das duas, três: ou vai para o lixo/reciclagem, ou é doado, ou é vendido, ou é colocado a uso. Pronto, são quatro.
Tudo o que for jornais e revistas velhos, por exemplo, claro que vai direto para o ecoponto azul. Electrodomésticos que já não funcionam vão para o electrão. Utensílio, louças, ferramentas, móveis que já não use pode ser tudo doado a instituições de caridade.
Depois há as roupas e calçado. A mim custa horrores desfazer-me de qualquer item, por mais insignificante que seja, destes dois grupos. Mas vá, é por uma causa maior. Tudo o que esteja para aqui parado há pelo menos dois anos (pronto três), não vale a pena guardar e só está a ocupar espaço. Força totó, tu consegues!
Por fim, temos sempre em média 32,6 lembrancinhas de casamentos, baptizados, da tia-avó que nos veio visitar e da amiga que foi a Bali e nos trouxe um íman para o frigorífico. Estes casos mais sensíveis cada um trata à sua maneira. Eu estou inclinada a pôr tudo numa caixa e extraditá-la directamente para o sótão. Mas cheira-me que o meu mais recente amigo não vai gostar disso. Pode ser que não dê por ela.
Com todas estas mudanças começamos a abrir espaço na nossa vida para o novo, para novas energias, para tudo o que é próspero e bom. Não posso é entusiasmar-me demais com isto. Ainda chego ao fim e vejo que só fiquei com paredes, tecto, uma mesa e uma cama.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Primeiro passo para uma casa à la feng shui
Sabem aquelas limpezas gerais da casa que são uma seca e que
inventamos mil e uma desculpas para as adiar? Normalmente aproveitamos
as grandes épocas festivas do ano para as fazer - Páscoa e Natal - e é
porque tem mesmo que ser para não parecer muito mal.
Pois acontece que quem se mete nestas coisas do feng shui tem que arranjar coragem, paciência e muita vontadinha para se dedicar a uma faxina de alto a baixo mesmo que não vá receber a visita do Coelhinho da Páscoa nem do Pai Natal nos próximos tempos.
A primeira coisa a fazer para termos a nossa casinha super harmoniosa e com as boas energias em altas é pôr a família toda a aspirar, esfregar, desinfectar, arrumar e outros que tais. É non stop até ficar tudo num brinquinho ou até caírem todos para o lado e mandarem o feng shui dar uma curva.
Os
heróicos sobreviventes desta primeira fase devem depois embrenhar-se na
mais pacifíca mas não menos irritante tarefa de remexer em tudo o que
sejam armários, gavetas e gavetinhas em que ninguém mexe há séculos.
Confessem lá, todos temos uma ou outra gaveta assim. Toca a pôr para o
lixo o que não usam ou já não está em condições e a organizar muito bem o
que querem conservar. Aproveitam e ficam a saber onde deixaram aquela
pulseira que já não viam há dois meses ou os recibos para o IRS que
entretanto já vão ser precisos.
Mas atenção, cada um arruma aquilo que lhe pertence! Nada de andar a arrumar o que é dos outros. Não só as energias ficam todas engrominadas como também estão a cansar o corpinho por uma tarefa que não vos pertence.
Claro está que é tudo muito lindo mas só de pensar na trabalheira colossal que isto implica já fico cansada. Raios partam! As casas já deviam vir todas com um interruptor da limpeza e arrumação que ficasse ali ao lado do interruptor da luz. Chegávamos do trabalho e... clic!... tudo limpinho e arrumado. O filho montou uma zona de guerra na sala e... clic!... tudo limpinho e arrumado. A canastra com as amigas descontrolou-se e acabaram todas a dançar em cima da mesa... clic! tudo limpinho e arrumado. Ai que bom que era!
Pois acontece que quem se mete nestas coisas do feng shui tem que arranjar coragem, paciência e muita vontadinha para se dedicar a uma faxina de alto a baixo mesmo que não vá receber a visita do Coelhinho da Páscoa nem do Pai Natal nos próximos tempos.
A primeira coisa a fazer para termos a nossa casinha super harmoniosa e com as boas energias em altas é pôr a família toda a aspirar, esfregar, desinfectar, arrumar e outros que tais. É non stop até ficar tudo num brinquinho ou até caírem todos para o lado e mandarem o feng shui dar uma curva.
Mas atenção, cada um arruma aquilo que lhe pertence! Nada de andar a arrumar o que é dos outros. Não só as energias ficam todas engrominadas como também estão a cansar o corpinho por uma tarefa que não vos pertence.
Claro está que é tudo muito lindo mas só de pensar na trabalheira colossal que isto implica já fico cansada. Raios partam! As casas já deviam vir todas com um interruptor da limpeza e arrumação que ficasse ali ao lado do interruptor da luz. Chegávamos do trabalho e... clic!... tudo limpinho e arrumado. O filho montou uma zona de guerra na sala e... clic!... tudo limpinho e arrumado. A canastra com as amigas descontrolou-se e acabaram todas a dançar em cima da mesa... clic! tudo limpinho e arrumado. Ai que bom que era!
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
O que é isso do feng shui?
Calminha que não me vou pôr para aqui a debitar informação. Existem
triliões de páginas no ciberespaço sobre isso para os que procuram
informação mais detalhada.
O que depreendo da exaustíssima pesquisa de 7 segundos que fiz é que o Feng Shui, Fengas para os amigos, é uma "corrente de pensamento" com teorias e técnicas para conservar as energias positivas e afastar as negativas de um espaço. Isto torna o espaço mais próspero e harmonioso o que afectará a vida de todas as pessoas que o frequentam. O Fengas estuda as energias de uma casa e dos seus moradores para provocar mudanças e transformações em prol do equílibrio e da harmonia geral. Ou seja, só coisinhas boas!
Agora que já sei o que é e que me parece muito bem, começo por onde?!
O que depreendo da exaustíssima pesquisa de 7 segundos que fiz é que o Feng Shui, Fengas para os amigos, é uma "corrente de pensamento" com teorias e técnicas para conservar as energias positivas e afastar as negativas de um espaço. Isto torna o espaço mais próspero e harmonioso o que afectará a vida de todas as pessoas que o frequentam. O Fengas estuda as energias de uma casa e dos seus moradores para provocar mudanças e transformações em prol do equílibrio e da harmonia geral. Ou seja, só coisinhas boas!
Agora que já sei o que é e que me parece muito bem, começo por onde?!
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